03/09/2016

Nadando, por um extenso mar escuro que, ao não saber nadar, me repusa âs profundezas.
Tosses de tristeza
Consolo na queimação na garganta
A fumaça entorpecida.
Para onde me moverei?
Entre respirar e existir em meio uma festa ou debaixo das cobertas.
Segundas opções.
Eu fui direto ao pote,
Do nada, ao tudo.
O tudo que não possuía estrutura,
E o que acontece?
Um dos lados balança,
E deixado sozinho, ele cedeu.
Cedeu ao nada.

Tratar de maneira normal
Quando não se esta normal
Quais pr

21/03/2016

Estava lendo sobre um homem que não conseguia sincronizar seu coração junto com sua mente, ele pegou ele e o pôs na natureza. Lembro-me de outra história, a qual pelo mesmo motivo, ele foi colocado dentro de uma caixa acorrentado e chaveado.
Até dias atrás, buscaria essas soluções dos desesperados, os que apenas sentem insanamente, como fora uma lança a cada batida no meio do peito. Mas não, seguirei, mesmo com a mão no buraco para tentar diminuir a perda de sangue.
Contudo, gostaria, se pudesse, filtrar minha mente, para que não sentisse assim o coração tanto. Essas perguntas, dúvidas, dilemas. Aquela noite do dia vinte de janeiro, ou a manhã do dia vinte e um, fora apenas para sanar os desejos de uma recém aniversariante?
O que é ser adulto? O que é ser maduro? Devo eu calar o que sou e o que sinto? Devo eu sorrir quando meu ser deseja continuar em sua tristeza? Correto seria fingir que esta tudo bem para à outrem não notar ou transparecer o que há aqui dentro? Por que não poderiam possuir tal informação? Parece que tudo nos últimos anos venho agindo errado. Por que na minha mente nada disso parece verdade?
Isso não seria problema do amor, mas do ser humano. Mas como separar? É impossível! Se fora um robô que sentisses, mas sou humana demasiada humana. Na perfeição que tu crees, eu sou a mais pura imperfeição.
Acredito que ele, o amo, toca de maneiras diferentes as pessoas. Se ninguém é igual, cada um possui suas característica únicas, por que nesse quesito seria diferente? 

02/03/2016

Vãos de Sobriedade.

Este horário do dia esta pouco a pouco tornando-se meu momento favorito! [18:30] Já não é mais horário de verão, logo, o ritmo vai acelerando menos tarde, e o por do sol, um dos encantos de possuir o dom da visão, me entorpece de suavidade, a maneira de como a luz cai sobre a sala, em um tom belo. Contudo, hoje, só me restará um tom entre alaranjado com lilas, por causa do tempo nublado.
[19:00] Centrada no vão do feixe que sai desce cinza branco, perco-me em nostalgia do que uma vez me atordoava de tanto prazer que domava. Os prazeres, estes pelos quais me dissipei em pequenas massas do miserável nada. As 'vontades' das quais usamos de gasolina para nosso preguiçoso motor mental possa engrenar alguma marcha, (E agora o céu tomou proporções maiores de beleza - pensem no tempo que estou levando para fugir dessas poças vazias do tiririca do pensamentos-)

13/12/2015

Procurando o interruptor dos por ques em todas suas formas gramaticais.
Anseio pela razão, algo que alimente este vazio, ou que diminua essas feridas.
Entretanto, a cada ponto de interrogação, a cada observação, ação, escolhas, palavras ditas e não ditas, vai pintando de preto esse quarto escuro que se tornou minha mente, minhas percepções, minhas não reações...etc.
Sobe tabuas descompassadas que formam essas pontes de mim, retiro tudo que apetece-me perante a ingenuidade dos meus sentimentos, deixando de lado, não concluindo como parte gostaria. Em troca, coloco tudo que penso ser o querer alheio, que possui caminhos distintos dos meus. 
Querer não é poder; poder não conquista; a conquista engana; assim como os olhos do coração, que enxerga o mais profundo e ao mesmo tempo, cerra os olhos quando sabe que será dolorido.
É salgado, pesado, continuo. É um dilema, uma contradição, que late forte, e forte é a barreira que não me deixa desplugar.

28/11/2015

Delírios, Confusões e Divagações

Dentro do maior silencio, do qual se esconde minha mente, são os momentos de maior caos dentro dela. Sabes quando te apercebes em uma continua guerra nas entranhas do teu ser? Tantos pensamentos são
gerados,
ramificados,
entorpecidos,
congelados,
desconstruídos,
perdidos,
idealizados,
enamorados,
cegos,
quebrados,
claros acinzentados...
Enfim.
Há pluralidade, que torna vazio não possuir certezas.
Por que possuímos medo?
Por que tal conflito não expressar som como forma de expressão em seus estados atordoados?
O primeiro há tantas teorias! Mas acredito que a resposta que ansio acreditar é uma mente não saúdavel, que proporciona este temor. Temor este influênciadas por falhas do entendimento, que se enconstam nas paixões irracionais para conquistarem força.
Quanto a insegurança funde-se ai medo, juntamente com a desorganização responsável de encaminhar cada elemento ao seu devido trajeto, quando não colocamos ingredientes certos para os resultados desejados por parte do correto funcionamento dos aparatos cognitivos. Tudo acaba colidindo, ocorrendo o resultado ordinário de sempre, sem possuirmos as devidas ferramentas necessárias para assumir as redeas de nossa mente, consequentemente, o controle dos fins, ou, mais humildemente, controle do processo e clareza dos próprios pensamentos e vontades.
Quando alimenta-se erroneamente um órgão, erroneamente configura-se as preposições tais quais refletimos sobre e a guerra continuará.
Sabes, me vem à mente a idea de como um dos resultados, vários ‘eu’  fogem do ritmo um com os outros, conversando em distintas linguas. Não o bastante, havendo várias percepções a respeito do entendimento do seu mundo. Uma vila de opiniões acerca dos eventos que ali ocorrem.
Cada renovação de comportamento,
Cada disposição das pinturas,
Cada coloração modificada nos frames do tempo.
Tudo torna-se objeto de mundos possiveis.
Várias rotas reescritas.
Vários cenários redimencionados.
Logo, cadê a peça para reposicionar o sistema?


20/09/2015

Lágrimas secas e molhadas no rosto
O ontem e o hoje me mostrando o amanhã
Como poderei conter a pressão estourando aqui dentro
Torna-se impossível focar com esse barulho
As noites estão tornando-se ouriços na minha pele
Aquele tremedeira nas pernas esperando os momento
Os momento que nunca chegaram.
Como apertar o botão de proteção?
Já que à beira esta o que resta
Do que não encontra-se destruído, substituído.


12/09/2015

Nunca tive a intenção.


De todos os lados há dor.
Se te dizer que nunca planejei isso, que aquilo que disse, não eram com as intenções de estragar aquilo que eu nunca tive por sua parte, não era birra de criança para destruir aquele algo que me trás dor.
Não espero, na verdade, sim, queria que acreditasses que não sou assim.
Ela te ama,
Eu te amo.
Sei que  por mim, nada possuías de muito grande ou médio.
Mas sei que os devir dos teus caminhos entrelaçados com os dela, muito forte é, foi e será!
Não sei o que ela disse                 para mim foi na mesma verdade como eu disse, não sei o que tu ficastes sabendo, o que sentiu e o que ainda sente.
Os não conhecimentos, as hipóteses, teorias, olhares em outras direções quando os meus são nas tuas direções.
Talvez a única maneira de mostrar que os teus sentimentos na visão refletida do teu olhar sobe à minha pessoa fora teletransportar o teu ser dentro do meu, e em todas memórias de todos os momentos, pudesse sentir além de palavras, dais quais não carregam tanto peso como poderiam. Pois sempre quando comunico à outrem, mergulham na inocência e ingenuidade da reciproca da honestidade, sem meios termos, sem labirintos, sem armadilhas. Queria também que o que agora duplicou o que sinto, de dor, é que ela pudesse perceber as mesmas coisas que desejo que tu percebas. Quero a minha felicidade, mas nunca sobe dores daqueles que me importo e mesmo aqueles dos quais não possuo empatia.
Dó aonde quer que eu olhe, aonde quer que eu esteja, aonde quer que esteja meu pensamento, que no caso, nunca fica somente em um estado específico, não agora.
Sei que não será o mesmo, mas quando tudo se coloca às claras, nunca se é, para ruim ou para melhor. Mas queria que fosse melhor, queria não parecer barreiras em vossos caminhos e no meu próprio.
Contudo, com ou sem às consequências, por todo os contextos dos quais permeiam às sombras, às tempestades e os desertos de minha mente. Por saber saber de fato, ou de fato não conseguir pensar além disso, eu sofreria e estou a sofrer de qualquer resolução que viria disso! Se fora distanciamento entre vocês, se fora aproximamento, se fora nenhum e nem outro. Nada de algo exteriormente pensado, poderia ser algo positivo. Positivo no que condiz com algo que me beneficiaria. Dentro de mim, sempre soube que nunca se passaria de segundo de um sonho fortemente forçado como um coma, mas que distinto desse, não de modo induzido para diminuir as gravidades do laudo.
Às vezes pergunto-me à razão pela qual deixei achar que um peixe de um pequeno aquário poderia nadar por oceanos sem se perder, ficar confuso, se machucar, sem nem sequer um farol para poder voltar.


12/08/2015

Como se todos os muros, aqueles mais cinzentos, estivessem tornando-se pó nas eloquências que me prendiam. As loucuras quebrando as sanidades que um dia foi postulado como o ato de obedecer sem abrir brechas para entrada de novos aires.
Às vezes é bom, mesmo sendo ruim. Se faremos tudo o que possui certeza de consequências positivas, não seria experiências de fato, caminho trilhado. Se em uma vida tudo fosse retilinear, sem por ti mesmo dizer que isso foi ruim ou bom, se gosta ou não, se deves ou não, não há razão para dizer que a nossa vida fora vivida por nós e sentidas até a alma.
  

02/07/2015

Oi,
Passei por tua rua. Sim, foi intencional! Queria te ver e através da janela, tal distância de uma contemplação que a primeira e segunda instância parece mais segura do que bater à porta sem ter o que dizer.

Tocaria uma canção se soubesse tocar. Te ofereceria uma viagem pela galáxia se tivesse uma nave. Te oferecia o eu, se ele encaixasse no teu sorriso, em teus lábio, nas curvas da tua liberdade, nas aspirações dos teus desejos e necessidades. Mas esse eu me prende, me cerca em sentimentos que  não consigo controlar, nem moldar e este pouco mergulha em torno do nada  que tenho a oferecer e a ser. Como poderia pedir um único segundo de atenção dos teus olhos que tem tanto à que enxergar no mundo, o mundo que transcende aventuras e descobertas que perante à mim, me tornam uma molécula sem função, estagnada, quase invisível. Não culpo à ti que enxerga além, que desejas além!

That's alright.

01/02/2015

Oração a Deus

       "Não é mais aos homens que me dirijo, é a ti, Deus de todos os seres, de todos os mundos e de todos os tempos. Se é permitido a frágeis criaturas perdidas na imensidão e imperceptíveis ao resto do universo, ousar te pedir alguma coisa, a ti que tudo criaste, a ti cujos decretos são imutáveis e eternos, digna-te olhar com piedade os erros decorrentes de nossa natureza. Que esses erros não venham a ser nossas calamidades. Não nos destes um coração para nos odiarmos e mãos para nos matarmos. Faz com que nos ajudemos mutuamente a suportar nas diferenças entre as roupas que cobrem nossos corpos diminutos, entre nossas linguagens insuficientes, entre nossos costumes ridículos, entre nossas leis imperfeitas, entre nossas opiniões insensatas, entre nossas condições tão desproporcionadas a nossos olhos e tão iguais diante de ti; que todas essas pequenas nuances que distinguem os átomos chamados homens não sejam sinais de ódio e perseguição; que os que acendem velas em pleno meio-dia para te celebrar suportem os que se contentam com a luz de teu sol; que os que cobrem suas vestes com linho branco para dizer que devemos te amar não detestem os que dizem a mesma coisa sob um manto de lã negra; que seja igual te adorar num jargão mais novo; que aqueles cuja roupa é tingida de vermelho ou de violeta, que dominam sobre uma pequena porção de um montículo da lama deste mundo e que possuem alguns fragmentos arredondados de certo metal usufruam sem orgulho o que chamam de grandeza e  riqueza, e que os outros não os invejem, pois sabes que não há nessas vaidades nem o que invejar, nem do que se orgulhar.
       Possam todos os homens lembrar-se de que são irmãos! Que abominem a tirania exercida sobre as almas, assim como execram o banditismo que toma pela força o fruto do trabalho e da indústria pacífica! Se os flagelos da guerra são inevitáveis, não nos odiemos, não nos dilaceremos uns aos outros em tempos de paz e empreguemos o instante de nossa existência para abençoar igualmente em mil línguas diversas, do Sião à Califórnia, tua bondade que nos deu esse instante."

Voltaire, Tratado Sobre a Tolerância, Cap. XXIII. 

27/01/2015

Durante o passar de um ano, a caminhar na rua, nas interações dentro da universidade, em eventos, naqueles barzinho pós aula e nos finais de semanas, nas festas de sexta-feira, no ônibus, em filas, em vários jeitos, momentos, dos mais imprevisíveis aos mais intencionais, a gente conhece pessoas.
À maioria esquecer-mos no segundo piscar de olhos, umas nos chamam atenção pelo perfume, outras pelo estilo de vestir-se, pelo sorriso, pelo formato do nariz (esse é um tic meu, sempre reparo neles), À maneira como nos toca, particularmente das pessoas, nem sempre, numa segunda vista, é motivo de nos prender a atenção por muito tempo, no ponto de despertar em nós um desejo de conhecer além desses primeiros momentos de atenção. E quando paro para pensar, nas pessoas que me chamaram atenção neste ano, nas que despertaram algo em mim, de interesse e sentimentos, nenhuma me chamou atenção num primeiro momento, eu simplesmente olhei, e virei pro lado, como se não tivesse nada relevante nelas, para eu continuar em procurar algo a mais. Mas em um segundo instante, quando não tinha nada ao redor, ao me despir dessa lista brevemente imposta, de modo seletiva, apenas sentir o que estava ali à minha frente, o olhar delas me sugaram o ar da alma, o perfume adentraram em cada buraco dos meus pulmões, seus estilo de vestir se tornaram os mais belos e autênticos.
Qual meu ponto nisto? Que estamos colocando para a vida real aqueles aplicativos que não dizem nada sobre à gente, que há fotos selecionadas, frases belamente postas sem essência alguma, de frases ditas de modo marcante num vazio de interesse. Nossa interação e o modo como nos interessamos e/ou como nos deixamos tocar pelos outros esta se tornando puramente artificial. Não conhecemos ninguém e não deixamos ninguém nos conhecer. Deixamos de conversar com alguém pelo gosto musical, pela roupa que esta usando, pelo corte de cabelo, pelo pensamento politico, sem nem ao menos entender da razão de ser como é. Posso dizer que somos tags previas e vazias, andando pelas ruas.

07/01/2015

Boiando em ideias errôneas!

Às vezes, depois de terminar de assistir um filme, preciso de longos minutos pensando sobre, para ver se entendi, e muitas vezes, fica a dúvida sobrevoando minha mente, se eu realmente entendi o que achei que entendi, o que talvez ele quisesse passar, mas por quê tudo tem que passar alguma moral? Por quê eu tenho que no final de casa frase, entender o que era para ter sido entendido?
Se na vida, na época da escola, eu não compreendia a maioria dos poemas das aulas de literatura, a maioria das palavras, tinha que ir até o dicionario para ter uma maior possibilidade de compreensão.
Talvez por isso, por não entender direito as coisas, o que as pessoas tentam dizer, ou o que não tentam, apenas deixam fluir, mas de qualquer maneira, eu tenho que pescar nesse riacho que não se acalma, e que sempre tem algo novo e eu sempre deixo passar, sempre.

Quando estou caminhando, ou conversando, ou apenas olhando, observando, olho para minha mão e não esta lá o dicionario para tentar decifrar. As pessoas falam que a vida lhe ajuda a criar um auto dicionario, onde esta as expressões, as palavras, os duplos significados e com tutorial de como adequar cada significado a sua referencia. Mas com vinte, me sinto com quinze, pois como nas aulas intermináveis de literatura, eu fico navegando em ideias, sem saber qual é a certa e na maioria das vezes, sempre o que vem parar na rede da minha mente, na minha lógica esquizofrênica, é a errônea, é a que o imã do que sinto, queria que fosse a verdadeira.
Lógica, sempre tentando colocar uma causa sobre consequências, e sempre buscando a mesma, a mais próximas do que possuirmos conhecimento, e sempre, esquecemos que não sabemos de tudo, e com isto, sempre repedindo o jogo de perspectívicas deprimentes.
Já falei que eu não sei dançar? Coloco o ritmo da cintura nos joelhos, se torna algo muito idiota de se ver, e muito estupido quando tu se olhas dançando. Assim sou também quando penso algo sobre alguém, ou melhor, quando tento advinhar o que alguém pensa sobre algo, coloco o que eu pensaria, e no final, acabo não sabendo o que a pessoa pensa e nem o que eu pensaria. O quão ridículo é isso?

29/12/2014

Quando vem esse vento de tristeza, a sensação crua de algo estar faltando e a realidade querendo te abraçar, então, como um dispositivo de segurança, as profundezas da ingenuidade do teu mundinho platônico se torna erroneamente o mais sensato esconderijo.
Nesse mundo, é real tudo que acontece em filmes de comédias românticas, o destino é um fato, sentimentos são claros, compreendidos, seguidos e são tão racionais como irracionais.
Nele, as palavras não são ditas ao vento, pegue a quem estiver mais próximos. Elas possuem significado. Elas são profundas, profundas de significados com essência verdadeira.
As músicas não são escritas criando momentos para coração solitários não perderem as esperanças em um mundo desacreditado. Elas descrevem toda real beleza natural que há dentro e fora dos nossos corações.
Neste mundinho, tolo e trouxa são aqueles que possuem corações presos ao medo de se permitir, de se entregar e/os que colocaram os seus dentro de caixas, e saem às ruas deixando os outros a sentirem, enquanto sabem que eles, eles não poderão.
Esse meu esconderijo, nessa vida real, é o mais tolo e o mais doloroso, pois a cada passo que dou fora dele, centenas de flores morem dentro de mim.

08/12/2014

about feelings

Não posso remodelar da forma como gostaria que se encaixasse.
Não posso rebobinar aqueles instantes que ao menos, na minha ingenua percepção, fui significamente, ao menos um pouco, importante.
Parece tolo dizer que não existe explicações, razões de por que ele começou a bater mais forte!
Enganoso é pensar que existe um relógio marcando o tempo certo de quando deve acontecer.
Tão certinho.
Tão surreal!
A vida, ou melhor, coisas na vida, estão num plano metafisico, que idiotamente ficamos nesse circulo procurando no entendimento imperfeito do ser, aquilo que simplesmente não esta ao nosso alcance de compreensão.
Nem tudo é o que queríamos que fosse;
Nem tudo é como parece que ser;
Nem tudo é como dizem que é;
Nem tudo é o que temos certo que é.
Observar de modo estático o que rapidamente se modifica.
Mas como desenvolver essa habilidade de se transmudar?
É só baixar o app?
Ou é com água, areia, tijolos, cimento, e indo quebrando, consertando, quebrando, colocando fitas?
Eu aprendo aceitar o que posso ter, mas gostaria conseguir faze-lo igual por osmose entre a linha difusa entre minha razão racionavelmente consciente e meu coração ingênuo e iludido.