23/05/2011

Explorar sem desmatar | Brasil

Já é histórico, Países inteligentes, estão no alto, Brasil é um pais Emergente, mas se escutassem o correto, protegessem o que ser realmente importante, seria Desenvolvido, estaria a uma estaca a mais, pois tem tudo que precisa, mas não enxerga... Enrolam e enrolam, políticos que literalmente, se pensassem, a lei estaria lá, feita! E sem estas merdas burocráticas, que metem no meio de tudo, só para prolongas as coisas... Todos estão vendo o que esta acontecendo, no País inteiro, as coisas estão ficando louca, a natureza enfurecida, estamos ficando como num quarto fechado, estão ligado, onde há muita gente, e dai vem um, liga o isqueiro, e o fogo consome todo Oxigenio, e resta apenas o carbono, estou exagerando? Mas diferente do isqueiro, não é só o fogo, é fabricas e suas fumaças e seus lixos jogados em lugares irregulares e sem serem tratados, é muita coisa junta, mas se deixarmos prolongar o obvio, nossas florestas já não estarão mais aqui, e as coisas já estarão, no vocabulário direto, FUDIDO!

Brasil, se liga no 220, se liga no que esta rolando, se liga no que tu podes fazer, se liga no que tu tens em mãos, o enorme poder de um País iluminado pela diversidade tchê! Apenas se toca.


'' Já é mais do que sabido que é sim possível explorar as florestas sem desmatar. Em reportagem publicada esta semana, a revista Época coloca no papel alguns exemplos bem sucedidos: países que conseguem conciliar o desenvolvimento humano e econômico com a preservação.

No Canadá - A extração de madeira, que não pode ultrapassar 1% da área florestal do país, rende US$ 23 bilhões por ano. Por lei, toda árvore cortada deve ser substituída por outra igual

Nos Estados Unidos - Estudantes visitam áreas naturais para entender o ciclo da vida e respeitá-lo. Cidades médias cultivam cinturões verdes para manutenção de mananciais. O lucro vem do turismo, que incentiva parques nacionais a receberem 600 milhões de visitas por ano, o dobro da população do país.

Na Nova Zelândia – O código florestal foi aprovado em 1991. O texto estabelece cotas para pecuária e agricultura e prevê que a produção de madeira só vem de florestas plantadas. Se derrubar a lei obriga o replantio.

No Japão – No século 17, por causa do desmatamento em estágio avançado que culminou em erosão, enchentes e desabamentos, o Japão pesquisou e ensinou técnicas de reflorestamento. Uma das regras de ouro é conservar a mata nas montanhas para evitar erosão. O resultado? Hoje o Japão tem 67% de sua área coberta por florestas.

Se eles podem o Brasil também pode. Basta os deputados ruralistas deixarem de lado os interesses pessoais na discussão do Código Florestal, absorverem iniciativas de sucesso e reconhecerem que é preciso ouvir a necessidade da sociedade e as considerações dos cientistas. ''

Fonte: Explorar sem desmatar | Brasil

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