11/05/2014

Dispersa.

Queria dizer que o que quero, não se diz, se sente.
O que eu sinto não se controla, todavia não se deixa transportar livremente.
Quando me deixo livre flutuando pelos corretores do bosque dos sentimentos;
Fecho os olhos, bato nas paredes, erro a direção, me perco dentro do que há ali, aqui dentro.
E aqui dentro, quando o pôr do sol se vai, a energia não repõe a luz, a lanterna de emergência some;
Não há visão, há  intuição. E tão bugada quanto um GPS sem sinal do satélite,

Não consigo discernir o que sinto, por não poder ter conhecimento de tudo que se passa aqui, ali, em toda minha volta.

Nenhum comentário :

Postar um comentário