17/11/2014

Por ser humano demasiado humano, ou por ser característica dos astros, vontade dos cosmos, ou por ser parte da minha essência, sem necessidade de significados transcendentais para dar razões ou descrever como se desenvolveu esse trajeto, de onde partiu, como ocorreu e o principal, por quais fins?
Fins, esses que nunca há no dicionario dos sentimentos. Como conseguir fazer uma síntese do que sinto, transcrever para poder compreender e logo, saber como agir, ou fugir, ou simplesmente, como saber alinhar;
Alinhas os astros, os cosmos, o humano demasiado humano, minha essência, a minha tênue razão com meu sensível coração.
Estranho que não foi a minha intenção, de inicio, nem dei atenção. Mas dai fostes te aproximando, eu fui me desconcentrando de tudo, menos de ti. Gostaria dizer, eu sei que não era o que querias que acontecesse. Também sei como és, contudo isto que escrevo, há uma parte dentro que tenta desviar dessas pedras que andam me acertando, que percebeu, recebeu notificações, que como um rio, livre, leve e sutilmente louco, tu vives e sentes, e com isto, deixo apenas em meras palavras este momento, que em modo aleatório, não sei o que acontecerá logo à frente.

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