07/01/2015

Boiando em ideias errôneas!

Às vezes, depois de terminar de assistir um filme, preciso de longos minutos pensando sobre, para ver se entendi, e muitas vezes, fica a dúvida sobrevoando minha mente, se eu realmente entendi o que achei que entendi, o que talvez ele quisesse passar, mas por quê tudo tem que passar alguma moral? Por quê eu tenho que no final de casa frase, entender o que era para ter sido entendido?
Se na vida, na época da escola, eu não compreendia a maioria dos poemas das aulas de literatura, a maioria das palavras, tinha que ir até o dicionario para ter uma maior possibilidade de compreensão.
Talvez por isso, por não entender direito as coisas, o que as pessoas tentam dizer, ou o que não tentam, apenas deixam fluir, mas de qualquer maneira, eu tenho que pescar nesse riacho que não se acalma, e que sempre tem algo novo e eu sempre deixo passar, sempre.

Quando estou caminhando, ou conversando, ou apenas olhando, observando, olho para minha mão e não esta lá o dicionario para tentar decifrar. As pessoas falam que a vida lhe ajuda a criar um auto dicionario, onde esta as expressões, as palavras, os duplos significados e com tutorial de como adequar cada significado a sua referencia. Mas com vinte, me sinto com quinze, pois como nas aulas intermináveis de literatura, eu fico navegando em ideias, sem saber qual é a certa e na maioria das vezes, sempre o que vem parar na rede da minha mente, na minha lógica esquizofrênica, é a errônea, é a que o imã do que sinto, queria que fosse a verdadeira.
Lógica, sempre tentando colocar uma causa sobre consequências, e sempre buscando a mesma, a mais próximas do que possuirmos conhecimento, e sempre, esquecemos que não sabemos de tudo, e com isto, sempre repedindo o jogo de perspectívicas deprimentes.
Já falei que eu não sei dançar? Coloco o ritmo da cintura nos joelhos, se torna algo muito idiota de se ver, e muito estupido quando tu se olhas dançando. Assim sou também quando penso algo sobre alguém, ou melhor, quando tento advinhar o que alguém pensa sobre algo, coloco o que eu pensaria, e no final, acabo não sabendo o que a pessoa pensa e nem o que eu pensaria. O quão ridículo é isso?

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