28/11/2015

Delírios, Confusões e Divagações

Dentro do maior silencio, do qual se esconde minha mente, são os momentos de maior caos dentro dela. Sabes quando te apercebes em uma continua guerra nas entranhas do teu ser? Tantos pensamentos são
gerados,
ramificados,
entorpecidos,
congelados,
desconstruídos,
perdidos,
idealizados,
enamorados,
cegos,
quebrados,
claros acinzentados...
Enfim.
Há pluralidade, que torna vazio não possuir certezas.
Por que possuímos medo?
Por que tal conflito não expressar som como forma de expressão em seus estados atordoados?
O primeiro há tantas teorias! Mas acredito que a resposta que ansio acreditar é uma mente não saúdavel, que proporciona este temor. Temor este influênciadas por falhas do entendimento, que se enconstam nas paixões irracionais para conquistarem força.
Quanto a insegurança funde-se ai medo, juntamente com a desorganização responsável de encaminhar cada elemento ao seu devido trajeto, quando não colocamos ingredientes certos para os resultados desejados por parte do correto funcionamento dos aparatos cognitivos. Tudo acaba colidindo, ocorrendo o resultado ordinário de sempre, sem possuirmos as devidas ferramentas necessárias para assumir as redeas de nossa mente, consequentemente, o controle dos fins, ou, mais humildemente, controle do processo e clareza dos próprios pensamentos e vontades.
Quando alimenta-se erroneamente um órgão, erroneamente configura-se as preposições tais quais refletimos sobre e a guerra continuará.
Sabes, me vem à mente a idea de como um dos resultados, vários ‘eu’  fogem do ritmo um com os outros, conversando em distintas linguas. Não o bastante, havendo várias percepções a respeito do entendimento do seu mundo. Uma vila de opiniões acerca dos eventos que ali ocorrem.
Cada renovação de comportamento,
Cada disposição das pinturas,
Cada coloração modificada nos frames do tempo.
Tudo torna-se objeto de mundos possiveis.
Várias rotas reescritas.
Vários cenários redimencionados.
Logo, cadê a peça para reposicionar o sistema?


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