21/03/2016

Estava lendo sobre um homem que não conseguia sincronizar seu coração junto com sua mente, ele pegou ele e o pôs na natureza. Lembro-me de outra história, a qual pelo mesmo motivo, ele foi colocado dentro de uma caixa acorrentado e chaveado.
Até dias atrás, buscaria essas soluções dos desesperados, os que apenas sentem insanamente, como fora uma lança a cada batida no meio do peito. Mas não, seguirei, mesmo com a mão no buraco para tentar diminuir a perda de sangue.
Contudo, gostaria, se pudesse, filtrar minha mente, para que não sentisse assim o coração tanto. Essas perguntas, dúvidas, dilemas. Aquela noite do dia vinte de janeiro, ou a manhã do dia vinte e um, fora apenas para sanar os desejos de uma recém aniversariante?
O que é ser adulto? O que é ser maduro? Devo eu calar o que sou e o que sinto? Devo eu sorrir quando meu ser deseja continuar em sua tristeza? Correto seria fingir que esta tudo bem para à outrem não notar ou transparecer o que há aqui dentro? Por que não poderiam possuir tal informação? Parece que tudo nos últimos anos venho agindo errado. Por que na minha mente nada disso parece verdade?
Isso não seria problema do amor, mas do ser humano. Mas como separar? É impossível! Se fora um robô que sentisses, mas sou humana demasiada humana. Na perfeição que tu crees, eu sou a mais pura imperfeição.
Acredito que ele, o amo, toca de maneiras diferentes as pessoas. Se ninguém é igual, cada um possui suas característica únicas, por que nesse quesito seria diferente? 

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